Tivera nascido pedra e agora não traria a alma a arder em chamas, consumida pela tormenta de ainda não havê-lo encontrado e nem conhecido...
O silêncio da tua voz é como o inferno a devorar-me, a sorver-me as pálidas forças que ainda me restam, esperançosas de teus abraços, sedentas de teus beijos.
Tivera vindo ao mundo sob a forma de qualquer outra coisa que não contivesse em si um coração, não carregaria agora o peito a derramar-se em pranto de saudades da mulher que ainda não sou, do Amor que ainda não vivi...
Não sei em que tempo, era ou planeta. Não sei sequer em qual dimensão. Mas fui amada, majestosamente amada pelo senhor do meu coração...

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